1962- Ano da sua criação na actual
Republica do Democrático do Congo por um grupo de Angolanas
que se encontravam neste País vizinho onde o MPLA, na altura
um Movimento que lutava pela Independência de Angola tinha
a sua Direcção.
Nasceu assim a OMA da vontade das mulheres se organizarem
para contribuírem na luta que culminou com independência
de Angola a 11 de Novembro de 1975.
Durante este tempo a OMA mobilizou as mulheres para
a participação em todas as tarefas da revolução
desde alfabetizar, prestar apoio social aos guerrilheiros e participando
nos combates.
Após a Independência a OMA implantou-se
nas 18 Províncias do País tendo cerca de 800.000 membros.
Como Organização de Massas do MPLA,
a OMA defendeu com brio a posição social da mulher,
pressionando para que a não discriminação estabelecida
na Lei Constitucional fosse cumprida. Fruto deste empenho foram
aprovadas varias medidas legislativas como:
- Código da Família, em 1988;
- Foi regulamento a igualdade de tratamento dos filhos nascidos
dentro e fora do casamento;
- A massificaçao dos serviços de Planeamento Familiar
e de gozo da licença da Maternidade dentre outras questões.
Na implementação das resoluções
da II Conferencia das Mulheres de Nairobi a OMA empenhou-se na criação
de um mecanismo Governamental que tratasse especialmente dos assuntos
das mulheres.